quarta-feira, 7 de março de 2012

Lousã: Padre Paulo Filipe condenado a multa por agredir mulher


«O Tribunal da Lousã condenou esta quarta-feira a 150 dias de multa um padre acusado de ter agredido uma mulher de 62 anos na disputa de uma capela do concelho que esta diz pertencer à sua família.

Ao dar como provados os factos de que o sacerdote Paulo Filipe, de 37 anos, era acusado por uma vizinha, o tribunal aplicou ao arguido uma pena de multa de 150 dias, a oito euros por dia (1.200 euros), mais o pagamento de indemnização cível de 1.500 euros à vítima.

"O tribunal fica claramente com a convicção de que o senhor praticou os factos de que era acusado", disse o juiz esta tarde, no final da leitura da sentença.

O magistrado realçou que a comunidade espera de um sacerdote católico uma determinada "conduta moral", que Paulo Filipe pôs em causa quando agrediu a queixosa, cometendo um crime de "ofensa à integridade física simples".

O tribunal "não tem dúvidas de que o arguido quis e conseguiu agredir a demandante", acrescentou.

Residente no Soutelo, uma povoação da freguesia de Serpins, concelho da Lousã, a mulher queixou-se de ter sofrido, designadamente, uma lesão num olho, diagnosticada pelos médicos, além de outras nos membros.

Colocado há alguns anos na paróquia da Pampilhosa da Serra, interior do distrito de Coimbra, o padre continua ligado ao Soutelo, sua terra de origem, onde tem família.

Com licença do pároco de Serpins, Paulo Filipe costuma celebrar missa na capela local, cuja propriedade a queixosa reivindica para a sua família, enquanto o padre a pretendia alegadamente integrar nos bens da Fábrica da Igreja de Serpins, um litígio que dura há vários anos.

No dia 14 de Dezembro de 2010, uma discussão entre ambos, na via pública, acabou em violência.»


in CM online, 07-3-2012

terça-feira, 6 de março de 2012

Avanca, Estarreja: Paulo Fernando Silva matou irmão com facadas nas costas

«Um homem de 40 anos matou o irmão, com duas facadas nas costas, e incendiou o cão, dentro da casa de ambos, ontem, às 21h15, na rua Padre Salvador Terra, em Avanca, Estarreja.

O homicida, Paulo Fernando Silva, foi detido pela GNR.

A vítima, Manuel, 42 anos, ainda correu para a rua a gritar por ajuda, mas faleceu no pátio de uma vizinha.

As discussões entre os irmãos eram frequentes desde que viviam sozinhos há dois meses, quando a mãe morreu.

"Esteve aqui a ameaçar que matava o irmão, mas não liguei, porque estava alcoolizado", disse Manuel Monteiro, dono de um café.

Primeiro, pegou fogo ao cão do irmão. Depois de este pedir ajuda, esfaqueou-o nas costas. De seguida tomou banho e trocou de roupa. Acabou detido pela GNR e a PJ investiga.»




in CM online, 06-3-2012

segunda-feira, 5 de março de 2012

Jorge Enes homicida de Maurício Levy diretor dos CTT condenado a 20 anos de cadeia


«O homicida de um diretor dos CTT, em dezembro de 2007, foi esta segunda-feira condenado a 20 anos e seis meses de prisão. O autor do crime já havia sido condenado em 2009 a 13 anos de cadeia mas o julgamento foi repetido por ordem da Relação de Lisboa.
 
 
- Jorge Enes -
 
 
Jorge Enes, enfermeiro e militar da Marinha, foi considerado, em 2009, pelo Tribunal da Boa Hora, culpado do homicídio de Maurício Levy, diretor do departamento de Qualidade dos CTT, e do crime de ocultação de cadáver.

- Maurício Levy, assassinado em Dezembro de 2007 -



O arguido foi também condenado ao pagamento de indemnizações à família da vítima.

O arguido tinha sido condenado pelo Tribunal da Boa Hora, em 2009, a 13 anos de prisão, por homicídio e ocultação de cadáver, tendo na altura havido dois recursos da sentença - um deles do Ministério Público - para o Tribunal da Relação de Lisboa.

A Relação mandou então repetir o julgamento por considerar que houve erro notório na apreciação da prova e vício de insuficiência da matéria de facto provada.»




Texto in JN online, 05-3-2012
Imagens in Google

domingo, 4 de março de 2012

Filomena Teixeira, mãe de Rui Pedro, acusa Rui Azevedo ex-inspetor da PJ de assédio sexual


«Filomena Teixeira, mãe de Rui Pedro, acusou Rui Azevedo, um ex-inspetor da PJ, que integrou a primeira equipa de investigação do desaparecimento do filho, de tê-la assediado sexualmente.


 
- Filomena Teixeira -


A revelação é feita numa entrevista à TVI a ser transmitida, este domingo, dia em que se cumprem 14 anos do desaparecimento do rapaz de Lousada.

Questionada pela jornalista Ana Leal, Filomena declarou que aquele elemento policial tinha outras intenções quando se ofereceu para dar "ajuda extra" na busca do filho.

"Estava a tentar aproximar-se de mim. Apercebi-me quando ele disse que o meu marido nunca reparou bem nos meus olhos", referiu, acrescentando que o polícia insistia em encontrar-se com ela a sós.

Filomena já tinha dito noutras ocasiões ter sido assediada por um inspetor, mas foi a primeira vez que o nomeou. Fonte próxima de Rui Azevedo disse, ao JN, que ele não quer para já reagir.»



in JN online, 04-3-2012

sábado, 3 de março de 2012

Olhão, Faro: Pai mata filho com um tiro na cabeça


«Um homem matou esta manhã o filho de 18 anos com um tiro na cabeça à porta de casa, em Olhão. Foi de imediato detido pela PSP.


 
- A polícia isolou de imediato o local -


O crime aconteceu num quadro de discussão familiar, no bairro das Panteras.

O jovem foi ouvido por vizinhos a gritar, na rua, que o pai lhe tinha "desgraçado a vida". Quando o progenitor chegou, segundo as mesmas testemunhas, sacou de uma arma e disparou contra o filho, atingindo-o na cabeça. A vítima terá tido morte imediata.

O autor do disparo permaneceu no local, não oferecendo resistência à chegada da polícia, que o deteve de imediato.

A PSP admite a hipótese de o crime ter sido cometido com o uso de uma arma de alarme transformada em arma de fogo. Segundo explicou à Lusa a oficial de dia do comando da PSP, as armas de alarme licenciadas não se conseguem transformar em armas de fogo, mas as que são "facilmente compradas" no mercado negro podem ser transformadas, bastando mudar apenas o cano.»



in DN online, 03-3-2012

sexta-feira, 2 de março de 2012

Administrador da Mota-Engil na Polónia assassinado pelo marido da sua alegada amante

«O administrador da Mota-Engil assassinado na Polónia foi morto com cinco tiros, pelo menos um na cabeça. Suspeito terá descoberto alegado caso do português com a mulher e foi denunciado à polícia pela própria família.
 
 
- Pedro Fernandes -
 
Miroslaw F. de 44 anos, está detido como único suspeito da morte de Pedro Fernandes, administrador da Mota-Engil na Polónia, que foi assassinado a tiro no início da semana. Segundo a imprensa polaca, o português foi baleado cinco vezes.

O suspeito do crime, engenheiro civil de profissão, disse que não tinha intenção de matar Pedro Fernandes, que apenas lhe queria bater, depois de ter lido uma SMS no telemóvel da mulher que poderia indicar um possível relacionamento amoroso entre o português e a mulher do polaco.

Segundo Miroslaw, a arma disparou acidentalmente. "Levado pela emoção", o suspeito diz que se descontrolou e acabou por disparar mais quatro tiros, conta a "PolskieRadio". Esta parte da história é comum à generalidade da imprensa polaca que aborda o caso, esta sexta-feira.

Mas, segundo a edição online do "Nazemiasto", Miroslaw é um colecionador de armas antigas e terá usado uma arma de carregar pelo cano para disparar sobre Pedro Fernandes, casado e pai de três filhos. Teoria que contraria o descontrolo emocional advogado pelo suspeito, após o "primeiro tiro acidental".

O corpo de Pedro Fernandes foi encontrado, segunda-feira à noite, num prado em Mydlniki, nos arredores de Cracóvia, a terceira maior cidade da Polónia. O cadáver jazia no chão, ao lado do jipe do português, completamente queimado, onde os dois homens se terão encontrado para conversar, depois de Miroslaw ter descoberto um alegado caso da mulher com o português.

Conta a Imprensa polaca, que após os disparos, um dos quais atingiu Pedro Fernandes na cabeça, Miroslaw terá removido o corpo do português para o local do passageiro e levado o jipe para o descampado em Mydlniki.

Não é claro em que altura terá ido a casa buscar combustível para incendiar a viatura, numa tentativa de esconder o crime, mas parece certo para toda a Imprensa polaca que Miroslaw não conseguiu fazer segredo e contou o sucedido ao chegar a casa.

Foi a própria família de Miroslaw - agregado não especificado nos jornais polacos - que chamou a polícia para contar o sucedido. Os média locais contam que o suspeito ficou junto dos familiares a aguardar a chegada das autoridades e entregou-se sem oferecer resistência.

Miroslaw F. ficou detido no próprio dia. Entretanto, um tribunal de Cracóvia ordenou a prisão preventiva do suspeito, por um período mínimo de três meses.»


Texto in JN online , 02-3-2012
Imagem in Google

quinta-feira, 1 de março de 2012

Pedro Fernandes administrador da Mota-Engil assassinado na Polónia

«O administrador da construtora Mota-Engil na Polónia Pedro Fernandes foi encontrado morto em Cracóvia na segunda-feira, num caso de homicídio que está a ser investigado pela polícia local, noticia o "Polska Times".


- Pedro Fernandes -



Em declarações à Lusa, uma fonte oficial da subsidiária polaca da Mota-Engil confirmou a morte de Pedro Fernandes, "administrador da Mota-Engil Central Europe na segunda-feira", dia 27 de fevereiro.

"A causa da morte não foi relacionada com a empresa e por respeitar a família não comentamos esse assunto", adiantou a mesma fonte na Polónia.

Desde quarta-feira que a Lusa tenta contactar responsáveis da construtora em Portugal sobre o assunto, mas até ao momento não foi possível obter um comentário.

No site da subsidiária polaca, o presidente da Mota-Engil Central Europe, Fernando Fiel Barbosa, lamenta a morte do administrador e manifesta as suas condolências à família, afirmando que Pedro Fernandes "era um gestor respeitado e de confiança da Mota-Engil".

De acordo com a imprensa polaca, o crime terá sido cometido por Miroslaw, de 44 anos, por razões passionais, estando atualmente detido.

Segundo o juiz do processo, citado pela imprensa, Pedro Fernandes terá sido baleado por Miroslaw, que terá depois provocado um incêndio no automóvel do gestor português para eliminar provas.»



Texto in JN online, 01-3-2012
Imagem in Google