domingo, 22 de agosto de 2010

Rio de Janeiro: Detidos dez sequestradores do Hotel Intercontinental

Os dez homens detidos na sequência da invasão e tiroteio no Hotel Intercontinental, no Rio de Janeiro, vão ser indiciados por tráfico, posse de armas e sequestro. A Portugal já chegaram os primeiros tripulantes da TAP envolvidos no ataque. (Vídeos no fim do texto)


Dez dos homens que invadiram o Hotel Intercontinental, no Rio de Janeiro, foram detidos. O grupo de criminosos refugiou-se ontem no edifício após um tiroteio com a polícia e fez cerca de 30 reféns que foram libertados após horas de negociações.

De acordo com notícia avançada pelo jornal brasileiro "Globo", entre os dez detidos está o traficante "Perninha", considerado o segundo homem mais poderoso na hierarquia do narcotráfico na favela da Rocinha. Já o traficante conhecido como "Nem", que é tido pela polícia como o chefe do tráfico na mesma favela do Rio de Janeiro, pode estar entre os criminosos que conseguiram fugir após o intenso tiroteio de ontem, informou o coronel Paulo Henrique Moraes, comandante do Batalhão de Operações Especiais (Bope).

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro, os detidos serão indiciados por associação ao tráfico, posse de armas e sequestro.

Portugueses envolvidos no sequestro

No incidente estiveram envolvidos 50 portugueses - entre eles 45 tripulantes da TAP - que estavam hospedados no hotel. Uma das assistentes de bordo portuguesas chegou mesmo a estar cara-a-cara com os traficantes armados.

Marta foi interrogada pela polícia brasileira e pôde deixar o Hotel Intercontinental à hora prevista. Depois desta experiência no Rio de Janeiro só quer "ver os filhos e esquecer o que viveu", contou hoje à SIC.

Incidente começou com 40 delinquentes

A polícia brasileira explicou que o incidente começou quando patrulhas policiais se cruzaram com um grupo de 40 delinquentes que, aparentemente, se dirigia em veículos para a Rocinha, uma das grandes favelas do Rio de Janeiro, onde operam poderosos grupos de narcotráfico. Maior parte do grupo conseguiu fugir, mas alguns elementos deste acabaram por refugiar-se no hotel.

Depois de terem sido libertados os reféns, a polícia continuou a revistar o hotel para ver se havia elementos do grupo escondidos nos quartos.


Vídeo da SIC - Portuguesa conta momentos de pânico que viveu no Brasil




Vídeo do Jornal Hoje com relatos de testemunhas do sequestro no Hotel Intercontinental:


Vídeo da RJTV, da Rede Globo, com a cobertura do tiroteio e invasão no Hotel Intercontinental

Vídeo da SIC - Detidos os 10 homens que invadiram um hotel no Rio de Janeiro

in Expresso online, 22-8-2010

Directoria de Lisboa da Polícia Judiciária analisa caso de Rosalina Ribeiro

«A polícia brasileira já enviou alguns elementos sobre o homicídio de Rosalina à PJ. Decisão de abrir inquérito cabe ao MP



A brigada de homicídios da Polícia Federal do Rio de Janeiro, que está a investigar o assassínio de Rosalina Ribeiro, já enviou alguns elementos para a Polícia Judiciária portuguesa, segundo apurou o DN junto de fonte policial. Não foi possível confirmar que dados chegaram em concreto, mas é certo que as autoridades brasileiras querem esclarecer o papel do advogado Duarte Lima no caso. Motivo: foi a última pessoa a ver Rosalina Ribeiro com vida.

A decisão de abrir um inquérito em Portugal, com o objectivo de interrogar Duarte Lima, terá de partir do Ministério Público depois de analisados os elementos enviados pela polícia brasileira à Polícia Judiciária. Fonte da PJ adiantou ao DN que "o caso está a ser tratado pela directoria de Lisboa".

A PJ pediu às autoridades brasileiras cópia do inquérito ao homicídio, onde se incluem os depoimentos de testemunhas como Olímpia Feteira de Menezes, filha de Tomé Feteira, e Duarte Lima, advogado de Rosalina que prestou o seu testemunho por carta enviada às autoridades brasileiras (e já publicada pelo DN). A decisão de abrir ou não inquérito caberá a Maria José Morgado, coordenadora do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa, que ontem não estava contactável.

Duarte Lima era advogado de Rosalina Ribeiro há dez anos, desde que o empresário Lúcio Tomé Feteira fez da sua secretária e amante herdeira de parte substancial da sua fortuna. No dia 7 de Dezembro de 2009, Rosalina Ribeiro saiu do prédio onde morava, na praia do Flamengo, Rio de Janeiro, ao princípio da noite, para ir ao encontro de Duarte Lima, alegadamente para discutir questões do seu património, avaliado em dezenas de milhões de euros, espalhados por Portugal e pelo Brasil. Cerca de duas horas depois do encontro, Rosalina era assassinada com dois tiros, na região dos Lagos, estado do Rio de Janeiro. Segundo declarou Duarte Lima em carta enviada à polícia brasileira, deixou Rosalina às 21.20 em Maricá. A amante de Tomé Feteira foi ao encontro de uma mulher chamada Gisele, loura e que usava óculos de aros escuros. As amigas de Rosalina já declararam não conhecer nenhuma Gisele. A polícia brasileira continua à procura da mulher-mistério.

Segundo contou ontem ao DN José Maria Gonçalves, uma das duas testemunhas do testamento feito por Rosalina Ribeiro em Setembro de 2009, a amante de Tomé Feteira deixou expresso "que, após a sua morte, gostaria de ser cremada e que lhe cortassem os pulsos". José Maria Gonçalves conheceu Rosalina "há muitos anos" quando ela frequentava o seu restaurante na zona de Lisboa, sempre na companhia de Lúcio Tomé Feteira. O DN tentou também contactar a outra testemunha do testamento, um colega de José Maria Gonçalves, sem sucesso. O advogado brasileiro de Rosalina, Normando Ventura, também conhecia a "vontade expressa no testamento". "Também estranhei ao início. Depois concluí que só pode ter desejado a cremação e que lhe cortassem os pulsos por receio de ser enterrada viva."

in DN online, 22-8-2010

Sobralinho, Vila Franca de Xira: Mata filho após discussão

«Um homem de 73 anos matou o próprio filho com um tiro no abdómen ontem à noite, no Sobralinho, Vila Franca de Xira.


- Luís Espalha não ofereceu resistência à PSP -


Segundo o CM apurou, cerca das 20h00, moradores na zona foram surpreendidos pelo som de um disparo e pelos gritos de Luís Espalha: "Chamem a polícia, chamem a polícia." Tinha acabado de assassinar o próprio filho, Luís Costa, motorista da empresa Boa Viagem, de 42 anos, com um tiro no abdómen, quando este se preparava para sair de casa do progenitor. A vítima caiu em frente ao portão da garagem e teve morte imediata.

O homicida esperou depois pela chegada das autoridades. Acabou por ser detido pela PSP sem oferecer qualquer resistência. Segundo o relato de populares, o homicídio teve origem numa discussão entre pai e filho. Na altura do crime, a irmã mais nova de Luís Costa estava no interior da casa a preparar o jantar.

Desconhece-se a arma usada no crime.»

in CM online, 22-8-2010

Caso do assassinato de Rosalina Ribeiro: Sigilo de Duarte Lima em segredo

«Ordem dos Advogados recusou informar brasileiros sobre pedido de levantamento



O Conselho Distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados recusou fornecer informação à Polícia brasileira sobre o estado do pedido de levantamento do sigilo profissional a Duarte Lima, no caso do assassinato de Rosalina Ribeiro, no Brasil. A Ordem invocou o… sigilo.

O pedido de informação tinha sido efectuado pela Polícia brasileira, dias depois de o próprio advogado de Duarte Lima, Germano Marques da Silva, ter dito ao JN que o seu cliente já não estava sujeito ao sigilo profissional desde Março passado, altura em que a Ordem deferiu o pedido efectuado por Lima. A Ordem invocou agora o estatuto deontológico da classe.

O advogado e ex-deputado mandou uma cópia do pedido de levantamento de sigilo às autoridades brasileiras, no qual dizia que informaria sobre o seu desfecho, mas cinco meses volvidos nada tinha dito, pelo que os brasileiros interpelaram directamente a Ordem.

Duarte Lima invocou o sigilo profissional quando falou com a Polícia brasileira durante cerca de uma hora ao telefone, designadamente para se recusar a referir quais as razões do encontro com Rosalina Ribeiro - que disputava em tribunal uma parte da herança do magnata Lúcio Thomé Feteira - na noite em que foi assassinada, a 7 de Dezembro do ano passado.

A principal herdeira de Lúcio Thomé, a sua filha Olímpia, acusou Rosalina de ter desviado milhões de contas do magnata e moveu-lhe um processo que foi arquivado. Mas a resposta de um banco suíço a cartas rogatórias da Justiça portuguesa no âmbito deste processo viria a revelar que cerca de seis milhões de euros tinham sido transferidos para uma conta de Duarte Lima na Suíça.

Rosalina, de 74 anos, tinha dito a várias amigas que tencionava jantar com Duarte Lima no Alcaparra, um restaurante de luxo situado na praia do Flamengo, a cerca de cinco minutos a pé da sua casa. A mulher saiu de casa às 19.59 horas, segundo o registo do sistema de vigilância do prédio e o seu trajecto foi monitorizado por câmaras de prédios até ao cruzamento com a Rua de Corrêa Dutra, a cerca de 100 metros. Depois existe um prédio em obras que não tem câmaras e no prédio seguinte ela já não apareceu.

É aqui que entra Duarte Lima. O advogado disse por telefone e por fax à Polícia que tinha apanhado Rosalina e que a levara no seu carro até uma cafetaria próxima, onde falaram durante 20 minutos. Mas o advogado não terá identificado o estabelecimento e em nenhum dos que existem na zona onde ele ou Rosalina foram referenciados.

O resto da história é também da responsabilidade de Duarte Lima. A pedido de Rosalina levou-a ao encontro de uma mulher de nome Gisele - que a Polícia também não consegue localizar - em Maricá, a cerca de 65 quilómetros de Rio de Janeiro, onde a deixou junto a uma hospedaria, cujas câmaras também não registaram a presença de nenhum deles. Depois, Lima regressou ao Rio, deixando a sua cliente. A septuagenária seria morta pouco depois com tiros na cabeça e no peito.»

Texto in JN online, 22-8-2010

São Conrado, Rio de Janeiro: Traficantes em fuga assustam portugueses




«Mais de 50 cidadãos portugueses, maioritariamente membros de três tripulações da TAP, viram-se envolvidos na invasão de um hotel de luxo do Rio de Janeiro por um bando de traficantes. Uma chefe de cabina chegou a ter uma arma apontada à cabeça.

No Intercontinental, um hotel de cinco estrelas bem próximo da Favela da Rocinha, só uma cidadã portuguesa teve contacto directo com os traficantes que se haviam refugiado ali na sequência de um tiroteio com a Polícia, fazendo 35 reféns.

Ao que o JN apurou, a chefe de cabina da TAP, ao descer pelas escadas, em vez de usar o elevador, como os restantes colegas, deu de caras com um dos marginais, que lhe apontou uma arma de fogo à cabeça. O incidente ficou por aí, mas a portuguesa recebeu apoio psicológico.

Muito medo e revolta eram sentimentos comuns aos hóspedes que, a pouco e pouco, saíam do hotel. Tinham estado na mira de dez marginais armados, que fugiam da Polícia, depois de um deles ser abatido e de terem ferido quatro agentes. Acabaram por entregar-se às autoridades, sem tiros e sem feridos entre os hóspedes.

O Hotel fica na base da Favela da Rocinha, em São Conrado, zona de grande actividade no tráfico de drogas. Daí que as cenas de violência sejam habituais.

Ontem, sábado, pelas cinco da manhã (9 horas em Portugal) um “comboio” composto por dois furgões e vários carros e motos transportava um grupo saído de uma festa. Quase todos estavam armados e acabaram por envolver-se num tiroteio com uma patrulha que tentou pará-los. No grupo estaria o líder do tráfico.

O ataque ao Intercontinental deu-se pelas 9 horas, quando uma dezena de elementos do grupo se viram encurralados, depois de uma das suas viaturas ter chocado de frente com um carro da Polícia, a cerca de cem metros do hotel. Uma mulher, presumível membro do grupo, foi morta a tiro. Quatro polícias ficaram feridos.

Já encapuzados, os marginais, armados com espingardas, pistolas e granadas, tomaram o rés-do-chão e fizeram 35 reféns, hóspedes e funcionários. Em poucos minutos, o hotel foi cercado pela Polícia e dois helicópteros circulavam para que ninguém escapasse. Uma hora de negociações e um impressionante aparato policial levaram à rendição.

“A resposta funcionou como pretendíamos”, disse o coronel Henrique Castro, que comandou as operações.

À medida que hóspedes e funcionários iam saindo foi-se percebendo a dimensão do drama, mais sentido pelos brasileiros.
Um dos clientes, paulista, considerou a situação “inadmissível” e culpou o Governo do país, por ainda permitir a existência de locais como a Rocinha. Outros estavam incrédulos. “Não percebi o que se passou”, dizia um turista americano.

Um recepcionista conseguiu fugir. “Estava a preparar-me para entrar ao serviço quando os vi chegar, e escapei”, disse ao JN. Os hóspedes portugueses e os restantes tiveram que esperar horas até poderem sair. A Polícia “fechou” o edifício até acabar de revistar todos os quartos e verificar as identidades de toda a gente.»
Texto in JN online, 22-8-2010

sábado, 21 de agosto de 2010

Rio de Janeiro: Líder do tráfico na Rocinha esteve no sequestro ao Hotel Intercontinental



«Os dez criminosos que sequestraram 35 pessoas no Hotel Intercontinental, no Rio de Janeiro, foram detidos pela polícia. Todos têm antecedentes e, entre eles, está o número dois do tráfico de drogas na favela Rocinha. Veja o vídeo da operação policial.

Depois de ter libertado cerca de 35 reféns do Hotel Intercontinental, no Rio de Janeiro, após horas de negociações com o grupo de criminosos, a polícia brasileira efectuou uma revista quarto por quarto da unidade hoteleira, que já terminou.

Mais de 50 portugueses permaneceram cercados no Hotel Intercontinental, no Rio de Janeiro, durante cerca de três horas. Na altura havia 1.500 pessoas no edifício.

De acordo com informação da Polícia Militar, citada pelo jornal "O Globo", foram detidas dez pessoas, que fizeram cerca de 35 reféns na cozinha do hotel, 30 dos quais funcionários e cinco eram hóspedes.

Tudo começou com um intenso tiroteio na rua que durou cerca de 40 minutos. Uma mulher morreu e quatro polícias ficaram feridos.

Entre os presos, segundo indicação da polícia no site do jornal "O Globo", está o segundo homem na hierarquia do tráfico de drogas da Rocinha, conhecido como "Perna". Aos detidos foram apreendidas várias armas, nomeadamente cinco pistolas, três granadas, munições e um computador portátil.

O "Folha de S. Paulo" acrescenta que a polícia suspeita que na altura em que os criminosos foram surpreendidos pelas autoridades na rua, armados, estariam a escoltar o traficante Francisco Bonfim Lopes, conhecido como Nem, o chefe do tráfico na favela.

Há suspeitas de que Nem tenha se ferido durante o confronto, mas a polícia não sabe do seu paradeiro.

Segundo o secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, citado pelo jornal "Folha de S. Paulo", a mulher que morreu durante o tiroteio, identificada como Adriana Duarte de Oliveira dos Santos, de 41 anos, é a tesoureira do tráfico da Rocinha.

"O hotel está cercado pela polícia, aqui da janela vejo carros da polícia e metralhadoras apontadas às janelas do hotel”, contou ao JN um português tripulante da TAP, durante o cerco da polícia ao hotel.

"Começámos a ouvir tiros na rua e a ouvir os helicópteros cerca das oito da manhã”, contou o tripulante da TAP. "Os criminosos estão aqui dentro do hotel”, contou.

No total, estavam pelo menos "três ou quatro tripulações" da companhia área portuguesa, confirmou a mesma fonte ao JN. "Serão pelo menos cerca de 50 tripulantes da TAP, mas há mais portugueses no hotel", disse.

Aos hóspedes foi aconselhado que se mantivessem fechados nos quartos do hotel até que a situação estivesse controlada pelas autoridades.

Entre os hóspedes do Intercontinental havia atletas que participam amanhã, domingo, na meia maratona do Rio de Janeiro e dezenas de participantes num congresso de oftalmologia.

Os confrontos com a polícia tiveram início na Favela da Rocinha, nas imediaçãos do hotel de luxo.»
Texto in JN online, 21-8-2010

Rio de Janeiro: Ninguém entra ou sai do Hotel Intercontinental

«A Polícia Militar mantém um forte dispositivo em redor do Hotel Intercontinental, no Rio de Janeiro, onde mais de 50 portugueses permanecem fechados, mas todos bem. Veja o vídeo da operação policial no post anterior.

Depois de ter libertado cerca de 35 reféns do Hotel Intercontinental, no Rio de Janeiro, após horas de negociações com o grupo de criminosos, a polícia brasileira revista, agora, quarto por quarto da unidade hoteleira.




Mais de 50 portugueses permaneceram cercados no Hotel Intercontinental, no Rio de Janeiro, durante cerca de três horas.

De acordo com informação da Polícia Militar, citada pelo jornal "Globo", foram detidas dez pessoas, que fizeram cerca de 35 reféns na cozinha do hotel, 30 dos quais funcionários e cinco eram hóspedes. Uma mulher morreu e quatro polícias ficaram feridos.

Segundo contou o gerente do hotel, Michel Chertuh, os criminosos invadiram o local após trocarem tiros com a polícia. Durante a troca de tiros, uma mulher foi atingida mortalmente, enquanto saia de um táxi.

De acordo com Michel Chertuh, o hotel tinha aproximadamente 400 hóspedes, entre os quais mais de 50 portugueses. Segundo fonte contactada pelo JN, quatro tripulações da TAP estavam alojadas no hotel.

“O hotel está cercado pela polícia, aqui da janela vejo carros da polícia e metralhadoras apontadas às janelas do hotel”, contou ao JN um português tripulante da TAP, durante o cerco da polícia ao hotel.

"Começámos a ouvir tiros na rua e a ouvir os helicópteros cerca das oito da manhã”, contou o tripulante da TAP. "Os criminosos estão aqui dentro do hotel”, contou.

No total, estão pelo menos “três ou quatro tripulações” da companhia área portuguesa, confirmou a mesma fonte ao JN. “Serão pelo menos cerca de 50 tripulantes da TAP, mas há mais portugueses no hotel”, disse.

Aos hóspedes foi aconselhado que se mantivessem fechados nos quartos do hotel até que a situação estivesse controlada pelas autoridades.

Entre os hóspedes do Intercontinental havia atletas que participam amanhã, domingo, na meia maratona do Rio de Janeiro e dezenas de participantes num congresso de oftalmologia.

Os confrontos com a polícia tiveram início na Favela da Rocinha, nas imediações do hotel de luxo.»

in JN online, 21-8-2010